
½É¼®Çö ¸ñ»ç(Á־Ⱦֱ³È¸ ´ãÀÓ, »ý¸í¼ö¼±±³È¸ ´ëÇ¥)
³ª´Â ÀÌÁß ±¹ÀûÀÚÀÔ´Ï´Ù. ³ª´Â À¯´ëÀÎÀ¸·Î žÁö¸¸ ³¯ ¶§ºÎÅÍ ¾Æ¹öÁö·ÎºÎÅÍ ¹°·Á¹ÞÀº ·Î¸¶ ½Ã¹Î±ÇÀ» °¡Á³½À´Ï´Ù. ·Î¸¶ Á¦±¹¿¡¼ ·Î¸¶ ½Ã¹Î±ÇÀ» °¡Á³´Ù´Â °ÍÀº Ä¿´Ù¶õ Ư±ÇÀ̾ú½À´Ï´Ù. ³ª´Â ÀÌ Æ¯±ÇÀ» ³ª °³ÀÎÀÇ À¯ÀÍÀ» À§Çؼ »ç¿ëÇÏÁö ¾Ê°í, º¹À½À» ÀüÇÏ´Â ÀÏ¿¡ »ç¿ëÇÏ¿´½À´Ï´Ù.
°¡Àå ¸ÕÀú ·Î¸¶ ½Ã¹Î±ÇÀ» ÀÌ¿ëÇß´ø °ÍÀº ºô¸³º¸¿¡¼ ¿´½À´Ï´Ù. ÀÌ Áö¿ªÀº À¯·´¿¡ ¼ÓÇØ Àֱ⿡ À¯´ëÀÎÀ¸·Î¼ÀÇ À¯ÀÍÇÑ Á¡º¸´Ù´Â ·Î¸¶ ½Ã¹Î±ÇÀڷμÀÇ À¯ÀÍÇÑ Á¡ÀÌ ´õ ¸¹¾Ò½À´Ï´Ù. ºô¸³º¸¿¡¼ ±Í½Åµé¸° ¿©Á¾ÀÌ ±ÍÂú°Ô ÇÏÀÚ ±×¿¡°Ô¼ ±Í½ÅÀ» ÂѾƳ»¾ú½À´Ï´Ù. ±×·¨´õ´Ï ±× ¿©Á¾ÀÇ ÁÖÀÎÀÌ »ç¶÷µéÀ» ´ëµ¿Çؼ ¼Òµ¿À» ÀÏÀ¸Å°¸é¼ ½Ç¶ó¿Í ³ª¸¦ ºÙÀâ¾Æ ¿ì¸®¸¦ °ü¸®µé¿¡°Ô ³Ñ°Ü °í¼ÒÇÏ¿´½À´Ï´Ù. °ü¸®µéÀº ±×ÀÇ ¸»À» µè°í¼ ¿ì¸®ÀÇ ¿ÊÀ» Âõ¾î ¹þ±â°í ¸Å·Î Ä¡°í¼ °¨¿Á¿¡ °¡µÎ¾ú½À´Ï´Ù. ¾ÆÄ§ÀÌ µÇÀÚ »ó°üµéÀÌ ºÎÇϸ¦ º¸³»¾î ¿ì¸®¸¦ Á¶¿ëÈ÷ ³»º¸³»·Á°í ÇÏ¿´½À´Ï´Ù. ±×¶§ ³ª´Â ±×µé¿¡°Ô ¡°·Î¸¶ »ç¶÷ÀÎ ¿ì¸®¸¦ Á˵µ Á¤ÁËÇÏÁö ¾Æ´ÏÇÏ°í °øÁß ¾Õ¿¡¼ ¶§¸®°í ¿Á¿¡ °¡µÎ¾ú´Ù°¡ ÀÌÁ¦´Â °¡¸¸È÷ ³»º¸³»°íÀÚ ÇÏ´À³Ä ¾Æ´Ï¶ó ±×µéÀÌ Ä£È÷ ¿Í¼ ¿ì¸®¸¦ µ¥¸®°í ³ª°¡¾ß Çϸ®¶ó¡±°í ¸»ÇÏ¿´½À´Ï´Ù. ³»°¡ ÀÌ·¸°Ô ÇÑ ÀÌÀ¯´Â ¿ì¸®°¡ Á¶¿ëÈ÷ Ç®·Á³ª°Ô µÇ¸é °øÀûÀ¸·Î º¹À½À» ÀüÇÒ ±âȸ¸¦ ÀÒ¾î¹ö¸®±â ¶§¹®À̾ú½À´Ï´Ù. ¿ì¸®°¡ Á˰¡ ¾ø´Ù´Â °ÍÀÌ ÀÎÁ¤µÇ¸é ¿ì¸®°¡ ÀüÇÏ´Â º¹À½¿¡ ¿ÀÇØ°¡ ¾ø¾îÁö±â ¶§¹®ÀÔ´Ï´Ù.
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·Î¸¶ ȲÁ¦¸¦ °¡ÀÌ»ç¶ó°í ºÎ¸£´Âµ¥ ³»°¡ »ç¿ªÇÏ¿´´ø ½Ã±âÀÇ È²Á¦µéÀº ÀÌ·¯ÇÕ´Ï´Ù. °¥¸®±¼¶ó(Caligula,37~41)·Î¼ ±×ÀÇ °ø½ÄÀûÀÎ À̸§Àº °¡ÀÌ¿À(Gaius)ÀÔ´Ï´Ù. ±×ÀÇ µÚ¸¦ ÀÌÀº À̰¡ ±Û¶ó¿ìµð¿À(Claudius, 41~54)Àε¥ ±×´Â ¡®°øÈÁ¤¡¯À» ¼¼¿ì·Á°í ÇÏ¿´½À´Ï´Ù. ±× µÚ¸¦ ÀÌÀº À̰¡ ±× À¯¸íÇÑ ³×·Î(Nero, 54~68)Àε¥, ±×°¡ ¹Ù·Î ³»°¡ »ó¼ÒÇÑ °¡ÀÌ»çÀÔ´Ï´Ù. ·Î¸¶ ½Ã¹Î±Ç ÀÚÀÎ ³ª ¹Ù¿ïÀº ÀÌÁ¦ °¡À̻翡°Ô »ó¼ÒÇÑ °ÍÀ¸·Î ÀÎÇØ¼ ·Î¸¶±îÁö °¡°Ô µÇ¾ú½À´Ï´Ù. ³ª´Â ±× ÀÌÀü¿¡ ·Î¸¶¿¡±îÁö °¡¼ º¹À½À» ÀüÇϰí Çϳª´ÔÀÌ ÁֽŠ¾î¶² ½Å·ÉÇÑ Àº»ç¸¦ ³ª´©¾î ÁÖ°íÀÚ ÇÏ¿´½À´Ï´Ù. ³»°¡ º¹À½À» ÀüÇÏÁö ¾Ê¾ÒÁö¸¸, ·Î¸¶¿¡µµ ¿¹¼ö´ÔÀÇ ½ÊÀÚ°¡ÀÇ Á×À¸½É°ú ºÎȰ ¼Ò½ÄÀ» µè°í ¿À¼øÀýÀÇ ¼º·É °¸²À» °æÇèÇÑ »ç¶÷µéÀ» Áß½ÉÀ¸·Î ±³È¸·Î ¸ð¿´½À´Ï´Ù. ³ª´Â ±×µé¿¡°Ô °¡¼ ¸»¾¸À» °·ÐÇϰí ÁÖ´ÔÀÇ ÀºÇý¸¦ ³ª´©°íÀÚ ÇÏ´Â °£ÀýÇÑ ¸¶À½ÀÌ ÀÖ¾ú½À´Ï´Ù. ¶ÇÇÑ ±×µéÀ» ÅëÇØ¼ Çϳª´Ô²²¼ ¿Â ¼¼°è¸¦ ´ç½ÅÀÇ ¹é¼ºÀ¸·Î »ïÀ¸½Ã±â À§ÇÑ ¿ø´ëÇÑ ¼±±³°èȹÀ» ³ª´©°í ½Í¾ú½À´Ï´Ù. ±×·¯³ª ³ª¿¡°Ô´Â ¿©·¯ ¹ø °¡·Á°í ÇßÁö¸¸ ±æÀÌ ¸·Çû¾ú½À´Ï´Ù.
Possuo dupla nacionalidade. Embora tenha nascido judeu, herdei a cidadania romana do meu pai. No Império Romano, possuir cidadania romana era um grande privilégio. Não fiz uso desse privilégio para ganho pessoal, mas para pregar o evangelho.
A primeira vez usufruí privilégio de ser um cidadão romano foi em Filipos. Como essa área pertencia à Europa, ser cidadão romano era mais benéfico. Conforme narrado anteriormente, quando fomos açoitados e aprisionados em Filipos, por curar uma serva possuída por um demônio, os pretores enviaram seus homens para nos libertar sorrateiramente. Então eu disse a eles: ¡°Sem ter havido processo formal contra nós, nos açoitaram publicamente e nos recolheram ao cárcere, sendo nós cidadãos romanos; querem agora, às ocultas, lançar-nos fora? Não será assim; pelo contrário, venham eles e, pessoalmente, nos ponham em liberdade¡±. (Atos 16, 37) O motivo pelo qual fiz isso foi que se fôssemos soltos ¡°às escondidas¡± perderíamos a oportunidade de pregarmos o evangelho ao público. Quando fôssemos reconhecidos como inocentes, as desconfianças sobre o evangelho desapareceriam.
Quando cheguei a Jerusalém, após minha viagem missionária, pessoas vindas da Ásia estavam tentando causar-me danos, mas um pretor romano me salvou. E no dia seguinte, quando contei sobre a jornada da minha vida e a história da Bíblia para a multidão, eles lançaram dúvidas e causaram uma grande confusão. O tribuno (oficial superior) deu ordens ao centurião para que me levasse ao acampamento, me açoitasse e me interrogasse. Foi então que eu disse a eles: ¡°ser-vos-á, porventura, lícito açoitar um cidadão romano, sem estar condenado?¡± (Atos 22,25)
Um dos privilégios de um cidadão romano era de que o princípio da presunção de inocência permanecia em vigor até que fosse provada a culpa. Por isso, nenhuma punição poderia ser imposta até que a culpa fosse provada. Quando revelei minha cidadania, o tribuno desamarrou as correias e me protegeu dos judeus por meio do centurião. O governador Félix não me libertou e me prendeu por três anos, apesar de saber que eu era inocente. E quando Festo assumiu como seu sucessor, ele tentou me interrogar novamente perante os judeus, e mais uma vez enfatizei a minha cidadania romana e apelei ao Cesar. (Atos 25, 11-12)
O imperador romano da época chamava-se César, e esses são os imperadores da época no meu ministério: Calígula (37 a 41 d.C.); Cláudio (41 a 54 d.C.); e Nero (54 a 68 d.C.). E Nero foi o César a quem apelei.
Eu, Paulo, um cidadão romano, tive que ir a Roma por causa de meu apelo a César. Já tentei ir a Roma para pregar o evangelho e compartilhar alguns dons espirituais que Deus me dera. Mas, infelizmente, sempre ocorriam fatos que me impediam. (Romanos 1, 10-11) Eu não pude pregar o evangelho pessoalmente em Roma, mas igrejas foram estabelecidas em torno daqueles que ouviram a notícia da crucificação e ressurreição de Jesus e experimentaram a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes. Eu tinha uma vontade muito grande de estar com eles, pregar a palavra e compartilhar a graça do Senhor. Também queria compartilhar o grande plano missionário de Deus para tornar o mundo todo em seu povo. Mas, infelizmente, os caminhos sempre acabavam se fechando. (Romanos 1, 13)
PR. SEOK HYUN SHIM
Traduação : Su Jeong Kim